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História

A Paróquia Sant’Ana de Campinas foi criada em 26 de julho de 1981 por Dom Gilberto Pereira Lopes, desmembrando-a da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em terrenos doados pela família Lafayete de Arruda Camargo. Esta paróquia hoje compreende os seguintes bairros: Jardim Santana, Parque São Quirino, Jardim Nilópolis, Cafezinho, Gênesis, e Vila Nogueira.

A origem dessa paróquia remonta ao ano de 1969, quando oito padres da Congregação do Verbo Divino, situada em Santo Amaro, foram transferidos para Campinas, mais precisamente para o bairro de Vila Nogueira, sob a responsabilidade do Padre Raimundo Lemon, que era professor de Filosofia na PUC-Campinas, além de se dedicar ao serviço das pastorais da Vila Nogueira e Jardim Santana. Em 1971, os padres da Congregação do Verbo Divino transferiram-se novamente para São Paulo. Mas sua lembrança permaneceu.

No início de 1975, a irmã Maria da Eucaristia, missionária do Sagrado Coração de Jesus, que trabalhava nessas comunidades, procurou em São Paulo, na Paróquia Nossa Senhora de Lourdes da Água Rasa, o Padre. Daniel D’Ambrósio, da Congregação do Verbo Divino, pedindo que viesse para Campinas continuar o trabalho iniciado pelo pe. Raimundo Lemon. Pe. Daniel foi, então, destacado pelo Conselho Provincial da Congregação para este trabalho, que naquele momento tinha conotações verdadeiramente missionárias. O pe. Daniel D’Ambrósio aceitou com bom grado e veio com a disposição e objetivo de fazer das quatro comunidades existentes Jd. Santana, Vila Nogueira, Pq. São Quirino e Jd. Nilópolis, quatro comunidades eclesiais de base. Assim, após um trabalho de seis anos (1975-1981), o bispo decidiu criar a nova paróquia.

No dia 27 de dezembro de 1981, dom Gilberto Pereira Lopes realizou junto à comunidade uma celebração na igreja que ainda estava em construção, para a despedida do Padre Daniel D’Ambrosio, que voltava para São Paulo.

No dia 10 de janeiro de 1982, o Padre José Carlos da Silva, vindo de Pedreira, onde exercia o cargo de vigário co-adjuntor, tomou posse como vigário ecônomo até 31 de janeiro de 1983, como ele mesmo descreve no Livro Tombo, página 05:

“Cheguei com fé e coragem. Pois não havia nada construído, foi um sofrimento muito grande para iniciar a construção da igreja. A antiga coordenação da comunidade desviou o dinheiro e não iniciaram a construção da matriz, levando os paroquianos a incertezas. Para resgatar a credibilidade, foi para nós um grande desafio. Fizemos rifas e, com o resultado do dinheiro, levantamos as paredes e foi feita a cobertura, juntamente com a estrutura metálica da igreja.”

Na Semana Santa de 1983, todas as celebrações foram realizadas dentro da nova Igreja, mesmo sem o piso, no “chão batido”. Em 1988, com o apoio da superiora das irmãs de Nossa Senhora da Consolação, madre Maria Helena Codignole, foi feito um pedido para a Adveniat (órgão da Arquidiocese Alemã de Colônia que ajuda as Igrejas carentes), obtendo êxito, o que possibilitou o término da construção da igreja matriz e o início da construção da casa paroquial.

Ainda em 1988, o Padre José Carlos deu início às construções das capelas de Sto. André (Vila Nogueira), Santa Terezinha (Pq. São Quirino) e a ampliação da capela de São José Operário (Jd. Nilópolis). Neste mesmo ano, o padre salesiano Luís Castanheira, pároco de Nossa Senhora Auxiliadora, entregou à Paróquia de Santana, o Centro Comunitário São João Batista, construído anteriormente pelo pe. Irineu Danelon, na época diretor do Liceu Salesiano e posteriormente nomeado bispo da Diocese de Lins. Em 1993, Dom Gilberto decide renovar o mandato do Padre José Carlos por mais 6 anos, não chegando ao seu término devido à sua morte trágica, no dia 26 de janeiro de 1997, na própria casa paroquial. Diante desse incidente, o Padre Paulo Roberto Sampaio Staut, da Congregação Congregação dos Sagrados Estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo (padres estigmatinos) é convidado pelo vigário episcopal, Padre Álvaro Ambiel, a assumir, por tempo indeterminado, a paróquia como administrador paroquial.

Em 12 de outubro de 1997, foi nomeado, por seis anos, o Padre Osmar Marques, que iniciou a construção, ao lado da matriz, de um grande salão, já que o antigo não atendia às necessidades da paróquia. Também as igrejas das comunidades foram ampliadas. Exerceu sua atividade como pároco até o fim de janeiro de 2005.

Em 1° de fevereiro de 2005, assume como Administrador Paroquial, Padre Heriberto Mossato de Souza. A partir do dia 09 de fevereiro passou a contar com a ajuda do Padre Diogo Cassiano Maciel, da Diocese de São João da Boa Vista, como Vigário Paroquial.

Em 06 de janeiro de 2007 a paróquia é dividida e surge a paróquia Nossa Sra. Rainha da Paz no Jardim Miriam. Com a divisão Padre Diogo Cassiano Maciel é nomeado administrador paroquial da recém-criada paróquia Nossa Sra. Rainha da Paz.

Após 03 anos de trabalho Padre Heriberto deixa a paróquia Sant’Ana de Campinas para assumir como administrador paroquial na paróquia São João Batista.

Em 03 de janeiro de 2008, através de celebração presidida pelo Arcebispo Metropolitano de Campinas, Dom Bruno Gamberine, toma posse o Padre Wilson Enéas Maximiano proveniente da paróquia Santo Antonio de Monte Mor e assume paróquia Sant’Ana de Campinas como o terceiro pároco diocesano.

Em 18 de abril de 2017, o Padre José Carlos de Freitas Júnior, da Congregação Pia Sociedade de São Paulo (padres paulinos) é nomeado administrador paroquial.

A Paróquia Sant’Ana de Campinas conta com a atuação ativa de leigos e leigas nas diversas pastorais, organismos e movimentos. As comunidades que compõe a Paróquia Sant’Ana de Campinas são: Matriz Sant’Ana (Jd Santana), Santa Teresinha (S. Quirino), Santo André (Vila Nogueira), São José Operário (Jd. Nilópolis), Sagrada Família e São João Batista (Vila Gênesis).